Perspectiva Política: as urnas redesenham o cenário político
A vitória expressiva de Jorginho Mello, a eleição de Carol de Toni e Carlos Bolsonaro e a nova composição conservadora do Senado marcam a primeira leitura da coluna após o primeiro turno
A vitória expressiva de Jorginho Mello, a eleição de Carol de Toni e Carlos Bolsonaro e a nova composição conservadora do Senado marcam a primeira leitura da coluna após o primeiro turno
Na última edição antes do primeiro turno, a coluna incentiva a participação do eleitor, apresenta sua leitura das disputas em Santa Catarina e registra a entrada do voto útil na reta final da campanha.
A tentativa de dividir ministros do STF conforme o resultado das urnas, o preparo demonstrado nos debates estaduais e o desgaste político na sucessão do Congresso marcam esta edição.
A ausência de propostas, a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro e o cenário eleitoral para o Governo de Santa Catarina marcam esta edição.
A proibição das bets, a circulação de uma informação falsa, a desistência de Ricardo Salles e as conversas dos bastidores de Brasília marcam esta edição.
As tendências para o Governo de Santa Catarina, o Senado e a Presidência, a corrida de mais de 600 candidatos por 56 vagas e uma declaração constrangedora sobre corrupção marcam esta edição.
A coerência de Lula ao defender a soberania, o protagonismo de Daniel Vorcaro na campanha presidencial e as novas adesões à reeleição de Jorginho Mello estão entre os destaques desta edição.
A diferença de critérios entre aliados e adversários, a possível renovação da bancada federal catarinense e a vantagem de Jorginho Mello estão entre os destaques desta edição.
Transparência nas relações entre os Poderes, a possível nova composição do Senado e o exemplo de convivência democrática entre os candidatos em Santa Catarina estão entre os destaques desta edição.
Declarações de Lula em Santa Catarina colocam em discussão a diferença entre divergência política e preconceito, debate ao governo reforça a necessidade de políticas de Estado e possibilidade de segundo turno amplia o espaço para propostas.
Movimentos de campanha podem revelar problemas ou oportunidades, decisão da Justiça Eleitoral reacende o debate sobre desinformação e números mostram como a disputa presidencial de 2026 difere daquela realizada há quatro anos.
Reajuste do Bolsa Família reúne alcance social e calendário eleitoral, pesquisas repetem um cenário na disputa pelo Governo de SC e candidatura de Carlos Bolsonaro provoca uma curiosidade sobre quem escolheu Santa Catarina para construir sua história.
A candidatura de Carlos Bolsonaro oferece um indicador sobre o bolsonarismo em SC, declaração de Lula recoloca a autonomia do Banco Central no debate e sessão do STF produz novos reflexos na campanha presidencial.
A coluna reconhece profissionais que facilitam o acesso à informação, candidatos de partidos diferentes manifestam respeito mútuo e os desdobramentos do STF colocam uma nova pergunta para a campanha presidencial.
Santa Catarina recebe no mesmo dia os dois principais candidatos à Presidência, emendas parlamentares podem movimentar quase R$ 58 bilhões em 2027 e PSDB apresenta à coluna suas expectativas para as urnas de outubro.
Uma frase de Lula provoca reflexão sobre dificuldades e perspectivas, PSD trabalha para reconstruir sua presença catarinense na Câmara Federal e Carol de Toni recebe um apoio simbólico de projeção nacional.
Movimentos nas pesquisas começam a produzir reações nas campanhas presidenciais, nominatas mostram a importância da força coletiva na eleição proporcional e novo levantamento coloca aprovação e intenção de voto lado a lado na disputa pelo Governo de SC.
Pesquisas começam a apresentar movimentos diferentes na disputa presidencial, DMA Notícias abre espaço gratuito para candidatos apresentarem suas propostas e Gelson Merísio investe R$ 1 milhão de recursos próprios em sua campanha
Pesquisas estaduais mostram a força política da confiança construída durante um governo, o caso Master ganha novo ingrediente com repercussões na campanha nacional e os principais candidatos ao Governo de SC apresentam estratégias definidas, mas ainda poucas novidades.
A crise institucional deixa o brasileiro diante de versões conflitantes, os 204 anos da Independência convidam a refletir sobre conquistas que ainda faltam ao país e uma nova pesquisa mostra os diferentes desafios das principais candidaturas ao Governo de Santa Catarina.
Uma declaração de Davi Alcolumbre provoca interpretações sobre sua posição na disputa presidencial, o Sul catarinense concentra candidaturas conhecidas à Câmara Federal e divergências sobre a eleição estadual chegam à propaganda do PP.
Em meio às dificuldades do país, a coluna faz um chamamento à responsabilidade de quem pode ajudar a construir novos caminhos, registra uma relação comercial relevante para a transparência das pesquisas eleitorais e observa as diferentes condições das campanhas proporcionais.
Avanço de pautas defendidas por Lula pode produzir dividendos eleitorais, Esperidião Amin escolhe uma estratégia identificada com parcela expressiva do eleitor catarinense e TSE revê restrições impostas à campanha de Renan Santos.
Ataque contra Raquel Lyra mostra que existem limites que uma eleição não deveria ultrapassar, Lula e Flávio Bolsonaro levam novos capítulos da disputa ao TSE e ausência em debates também entra no cálculo estratégico das campanhas.
A propaganda eleitoral começa repetindo a estratégia de desconstrução dos adversários, encontro de Flávio Bolsonaro com nomes da Faria Lima provoca reação no Planalto e entrevistas presidenciais deixam propostas em segundo plano.
Santa Catarina chega pela primeira vez ao topo do Ranking de Competitividade dos Estados, Lula ganha um novo ingrediente eleitoral com o avanço da MP da “taxa das blusinhas” e o início da propaganda no rádio e na TV colocará à prova a disposição dos candidatos para apresentar propostas.
O tamanho da vantagem de Lula no Nordeste pode novamente ser decisivo na eleição presidencial, enquanto a neutralidade dos partidos do Centrão convive com apoios individuais e movimentos internos que começam a redesenhar as alianças da campanha.
Mudanças de campo político colocam a fidelidade do eleitor à prova, ausências em debates reacendem a discussão sobre direitos e deveres dos candidatos e rumores de aproximação entre partidos mostram como os bastidores também fazem parte da campanha.
Ausências e ataques esvaziam o primeiro debate presidencial, Esperidião Amin projeta uma possível disputa pela Presidência do Senado e promessas eleitorais voltam a exigir uma pergunta básica: quanto custa, quem paga e quando será entregue?
A primeira semana de campanha reforça uma mensagem simples: bons governos tendem a receber reconhecimento, chapas competitivas precisam de todos os seus integrantes e mudanças de posição em pleno período eleitoral sempre despertam perguntas legítimas.
Críticas à relação entre Jorginho Mello e Lula simplificam um problema que atravessa décadas e diferentes governos federais
Uma proposta de Gelson Merísio contrasta com a concepção de Estado de Lula, os dois principais candidatos à Presidência decidem não participar do primeiro debate e uma taxação criada em 2024 volta ao centro das atenções justamente no ano eleitoral.
A campanha eleitoral começa a mostrar seus caminhos: enquanto candidatos ainda recorrem ao passado, declarações provocam disputas de interpretação no cenário nacional e as provocações aumentam na corrida pelo Governo de Santa Catarina.
Com famílias e empresas enfrentando níveis elevados de endividamento, a campanha presidencial precisa apresentar respostas concretas. Ao mesmo tempo, promessas econômicas exigem explicações e divergências partidárias continuam movimentando a eleição em Santa Catarina.
Uma declaração que provoca perguntas, uma campanha presidencial que começa com as ruas aparentemente mais frias e uma decisão em Santa Catarina que ajuda a separar governo e eleição mostram diferentes movimentos dos primeiros dias da disputa de 2026.
Entre a segurança do processo eleitoral, a avaliação do verdadeiro trabalho dos parlamentares e a necessidade de transparência nas relações entre os Poderes, a confiança nas instituições passa também pelas atitudes daqueles que as representam.
Neutralidades partidárias que produzem efeitos, declarações que reacendem debates e confrontos que começam a ganhar espaço nas campanhas mostram como a eleição de 2026 avança também pelas articulações, palavras e reações de seus protagonistas.
Entre slogans que ganham vida própria nas redes sociais, famílias que passam a disputar simultaneamente diferentes cargos e conflitos internos que chegam ao espaço público, a campanha mostra que na política a forma de comunicar também produz consequências.
Acordos legítimos, suspeitas que desafiam a confiança do eleitor e partidos reconstruindo seus espaços mostram diferentes movimentos de uma eleição que começa a ganhar forma pelo país.
Entre debates que precisam recuperar sua finalidade, manifestações de fé que ganham espaço nas campanhas e mandatos que chegam às urnas com resultados para apresentar, o eleitor começa a conhecer as diferentes faces das eleições de 2026.
Estratégias partidárias, divergências internas e o financiamento bilionário das campanhas mostram diferentes faces de uma eleição em que decisões tomadas agora poderão produzir consequências muito além das urnas de 2026.
Em uma democracia madura, o eleitor precisa de informação completa, campanhas baseadas em propostas e um debate público capaz de fortalecer as instituições acima das disputas circunstanciais.
Enquanto a campanha começa a ganhar forma, cresce a importância de oferecer mais informação ao eleitor, cobrar propostas concretas dos candidatos e acompanhar temas de Estado que continuarão exigindo respostas muito depois do encerramento das urnas.
A campanha presidencial começa a ganhar forma. Polarização, estratégias partidárias e disputas estaduais mostram que, antes mesmo da votação, a política já movimenta alianças, redefine prioridades e ajuda a desenhar o cenário eleitoral.
Com as candidaturas oficialmente definidas, o eleitor passa a comparar trajetórias, propostas e projetos de país. Uma democracia forte depende da qualidade de seus representantes, da clareza das ideias e da capacidade de transformar políticas públicas em resultados concretos.
Com as candidaturas definidas, a política catarinense entra oficialmente na campanha enquanto estratégias partidárias e o respeito às regras eleitorais lembram que a democracia se fortalece tanto pelas escolhas do eleitor quanto pelo cumprimento das instituições.
Da representação parlamentar às estratégias eleitorais e ao desafio das contas públicas, três temas que mostram como decisões políticas tomadas hoje produzem efeitos que ultrapassam o calendário das eleições.
Das decisões administrativas aos movimentos partidários e à política externa, três fatos recentes mostram que, muitas vezes, compreender a política exige olhar além daquilo que está imediatamente visível.
A defasagem na representação de Santa Catarina expõe um desequilíbrio federativo, a escolha dos candidatos a vice revela a matemática das campanhas presidenciais e as alianças municipais mostram que o pragmatismo partidário costuma ser maior do que a fidelidade ideológica exigida dos eleitores.
Resultados administrativos transformam-se em confiança eleitoral, o Congresso amplia a judicialização ao contestar as próprias derrotas e a tensão entre Brasil e Estados Unidos exige prudência para que disputas políticas não produzam prejuízos econômicos.
Em uma eleição marcada pela polarização, o eleitor precisará ir além dos nomes, compreender os projetos apresentados, acompanhar com atenção as declarações dos candidatos e interpretar os movimentos realizados nos bastidores da política.