CCJ aprova PEC que amplia autonomia financeira e orçamentária do Banco Central
Proposta segue agora para o plenário do Senado e, se aprovada, ainda precisará passar pela Câmara dos Deputados.
Proposta segue agora para o plenário do Senado e, se aprovada, ainda precisará passar pela Câmara dos Deputados.
Dívida bruta chegou a 80,4% do PIB em abril de 2026, segundo o Banco Central, em trajetória que preocupa pelo ritmo de crescimento e pelo peso dos juros.
Mercado passou a estimar Selic de 13,5% ao fim de 2026, inflação acima do teto da meta e crescimento ainda fraco do PIB.
Com energia barata, simplificação tributária, incentivos à indústria e segurança jurídica, país vizinho atrai empresas brasileiras e ganha espaço como polo produtivo regional.
Economia americana criou 172 mil vagas em maio, acima das previsões, enquanto desemprego ficou em 4,3% e salários avançaram 0,3%.
Modelo de cobrança automática prometia modernizar rodovias e reduzir custos, mas implantação lenta levou a ANTT a ajustar regras para conversão de praças existentes.
Exemplo mostra como encargos, imposto de renda, INSS e tributos embutidos no consumo reduzem drasticamente o valor que chega de fato ao bolso do brasileiro.
Inflação em queda, crescimento do PIB, melhora fiscal e redução da pobreza colocam o país vizinho no centro das discussões econômicas da região.
Indicador divulgado pelo Banco Central alcançou cerca de 80% do PIB e é um dos principais termômetros usados por agências de risco para avaliar a situação fiscal do país.
Proposta pode trazer ganhos ao trabalhador, mas precisa considerar produtividade, custos, informalidade e impacto sobre pequenas empresas.
Bancos passam a exigir garantias mais fortes de produtores rurais diante do aumento da inadimplência e dos pedidos de reestruturação judicial no campo.
Boletim Focus mostra deterioração das expectativas para 2026, com inflação pressionada, PIB menor e juros elevados por mais tempo.
Guerra no Oriente Médio, inflação próxima ao teto da meta e incertezas externas reduzem espaço para novos cortes na taxa básica de juros.
Guerra no Oriente Médio eleva custos do setor aéreo, afeta principalmente rotas regionais e acende alerta para turismo, passageiros e conectividade nacional.
Brasil encerrou 2025 com 5.680 empresas em recuperação judicial, alta de 24,3% sobre 2024, em meio a juros elevados, crédito caro e inflação pressionada.
Programa já renegociou ou quitou dívidas de mais de 1 milhão de CPFs, com descontos médios expressivos e alívio imediato para famílias endividadas.
Proposta discutida com senadores prevê carência de dois anos e prazo total de dez anos para pagamento de dívidas rurais, desde que produtores comprovem perdas climáticas.
Medida deve beneficiar consumidores atendidos por 22 distribuidoras, principalmente nas regiões Norte e Nordeste, com desconto médio estimado de 4,51% nas tarifas.
Com meta de chegar a 200 megalojas em 2026, empresa utiliza jatos e helicópteros como ferramenta de logística, presença executiva e contato direto com unidades e colaboradores.
Relatório do BTG Pactual aponta que juros altos, endividamento das famílias e inflação acumulada reduziram a capacidade de compra e pressionaram o desempenho do setor.
Possível ampliação das compras chinesas de soja, algodão e outros produtos agrícolas dos Estados Unidos gera preocupação no Brasil, principal parceiro comercial da China.
Secretário da Fazenda, Cleverson Siewert, apresentou a empresários dados de crescimento, equilíbrio fiscal, investimentos históricos e projetos estruturantes em Santa Catarina.
País convive simultaneamente com carga tributária elevada, juros altos, déficit público, inflação resistente e serviços públicos precários, em um cenário que expõe contradições profundas.
Entidade alerta que zerar o imposto de importação sobre compras internacionais de até US$ 50 pode ampliar a concorrência desigual contra empresas que produzem e empregam no Brasil.
MP zera imposto sobre compras internacionais de até US$ 50 e se soma a medidas como Desenrola 2.0 e fim da escala 6x1, reacendendo debate sobre custo fiscal e motivação eleitoral.
Decisão ocorre após avanço do acordo Mercosul-UE e expõe a necessidade de o Brasil reforçar garantias sanitárias, rastreabilidade e transparência para preservar mercados estratégicos.
IPCA subiu 0,67% em abril e acumulou 4,39% em 12 meses, aproximando-se do teto da meta; alimentos, combustíveis, energia e medicamentos puxaram o resultado.
Atleta comprou área privada em Belize por US$ 2,2 milhões em 2022 e transformou o projeto de uma casa dos sonhos em empreendimento turístico de alto padrão.
Conflitos no Oriente Médio, possível alta de fertilizantes e riscos climáticos aumentam incerteza sobre os próximos passos do Banco Central em relação à Selic.
Estrutura da Invest SC será a primeira presença física permanente do Estado fora do Brasil e marca nova estratégia para aproximar empresas catarinenses do mercado internacional.
Instituição financeira cooperativa com mais de 9,7 milhões de cooperados foi reconhecida entre as empresas mais inovadoras do Brasil no uso de TI com o Modo Guardião.
Nova estrutura no Pollen Parque reforça a presença do banco no ecossistema de inovação e amplia o acesso a crédito para empresas e projetos da região Oeste.
Relatório do Conselho Empresarial Brasil-China aponta US$ 6,1 bilhões em aportes, com destaque para energia, mineração e veículos elétricos.
Possível avanço diplomático e expectativa de reabertura do Estreito de Ormuz aumentaram o apetite por risco e aliviaram a pressão sobre petróleo e mercados globais.
Ata do Copom mantém tom de cautela, reforça incertezas no Oriente Médio e indica que novos cortes dependerão da inflação, da atividade econômica e do cenário internacional.
Governo anuncia novo Desenrola e amplia pontos de descanso para caminhoneiros, enquanto prepara pautas como fim da escala 6x1 e revisão da “taxa das blusinhas”
Programa prevê descontos de 30% a 90%, juros de até 1,99% ao mês, uso de até 20% do FGTS e bloqueio temporário em plataformas de apostas para participantes.
Com projeção de PIB de apenas 1,6% em 2026, juros ainda muito altos e dívida pública em trajetória de alta, o Brasil caminha para um 2027 potencialmente mais difícil no bolso, no emprego e na sensação geral de bem-estar econômico.
Enquanto a LDO de 2027 traz um sinal fiscal mais positivo para o setor público, o próprio governo admite que as estatais federais continuarão no vermelho por vários anos, mantendo pressão sobre as contas e reacendendo o debate sobre o papel do Estado como empresário.
Banco Central fez o segundo corte consecutivo na taxa básica de juros, mas indicou que os próximos passos dependerão da inflação e dos efeitos dos conflitos no Oriente Médio.
Resultado foi o pior para meses de março desde o início da série histórica do Tesouro Nacional, em 1997, com forte impacto da antecipação de precatórios e aumento das despesas.
Em meio a desafios de aprovação, gestão federal sinaliza mudanças em temas como bets e importações, enquanto prepara novas ações sociais e reacende discussão sobre financiamento das políticas públicas.
A promessa feita em 2022 virou símbolo de melhora concreta na vida do brasileiro. Quase quatro anos depois, os indicadores mostram um país com emprego em nível historicamente melhor, mas ainda pressionado por inflação, juros altos, déficit fiscal, endividamento e forte dependência de programas sociais.
Banco Central informou que o rombo em transações correntes chegou a US$ 6,036 bilhões no mês, com piora em serviços, renda primária e menor superávit comercial.
A Aneel autorizou o reajuste tarifário anual para oito distribuidoras de energia, afetando consumidores de nove estados. Os aumentos residenciais variam de 3,52% a 17,74%, em mais uma pressão sobre o orçamento das famílias.
A alta da arroba do boi gordo em abril recoloca a carne bovina no centro da inflação de alimentos e expõe uma combinação difícil para o consumidor: oferta menor no campo, exportações aquecidas e perspectiva de preços elevados por mais tempo.
A prorrogação do cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã evitou um choque ainda maior, mas não foi suficiente para devolver normalidade aos mercados. O petróleo voltou a rondar os US$ 100, enquanto investidores seguem divididos entre alívio temporário e medo de nova escalada.
A alta desta terça-feira mostrou que o mercado voltou a precificar o risco geopolítico no Oriente Médio. Mais do que o preço atual do barril, o que preocupa é a falta de clareza sobre um acordo duradouro, fator que mantém a economia mundial sob tensão.
Enquanto a escalada do petróleo preocupa a economia global, o governo brasileiro acompanha com atenção o impacto positivo nos resultados da Petrobras e a possibilidade de reforço de caixa via dividendos.
Com o feriado de Tiradentes na terça-feira, o calendário doméstico fica mais curto, mas continua relevante para avaliar fluxo de capital, setor externo e confiança do consumidor, enquanto Estados Unidos e Europa terão uma agenda cheia de indicadores sobre a economia global.
O IFGF 2025 reacende um debate que o país evita há décadas: a multiplicação de municípios ampliou estruturas políticas e administrativas, mas não resolveu o problema da arrecadação local e ainda drenou recursos que poderiam estar mais concentrados em áreas essenciais.