Experiência e Compromissos
Projeto DMA – POR QUE SOU CANDIDATO
Projeto DMA – POR QUE SOU CANDIDATO
Portal ultrapassa pela primeira vez a meta mensal projetada e chega a 2,17 milhões de visualizações acumuladas nos primeiros oito meses de 2026
Organizações acumulam códigos de ética, treinamentos, comitês e canais de denúncia. Mas quantas conseguem demonstrar, com dados, que seus programas realmente previnem fraudes e corrupção?
O 8º Fórum CLIA Brasil 2026 reúne, em Brasília, autoridades, executivos das principais armadoras, representantes...
Projeto DMA – POR QUE SOU CANDIDATO
Projeto DMA - POR QUE SOU CANDIDATO
Framework D3K propõe integrar Ciência de Dados, Gestão do Conhecimento e Due Diligence para apoiar a seleção de fornecedores, o monitoramento de contratos e a prevenção de riscos no setor público
Portal encerra os primeiros sete meses de 2026 com mais de 1,7 milhão de visualizações e reforça o compromisso com transparência, equilíbrio editorial e qualidade
Além de escolher o próximo presidente, o eleitor decidirá a composição do Poder Legislativo, responsável por aprovar leis, fiscalizar o governo e estabelecer os limites da próxima gestão
Adriano Duim de Souza – Empresário
Presidente do CONSEG Lagoa da Conceição
Cobrança pelo desempenho em campo faz parte do futebol. Patrulhar a vida pessoal de um atleta durante sua folga é outra história.
Levantamento do Observatório da Fetrancesc mostra cenário crítico nas BRs catarinenses e reforça a cobrança por investimentos federais urgentes.
Indicadores econômicos e sociais mostram um país com alto custo, baixa produtividade, desigualdade profunda e desafios que exigem planejamento de longo prazo
Portal e plataformas digitais somaram 279.541 visualizações no mês; no primeiro semestre, alcance chegou a 1.378.131 visualizações
Palestrante, conhecido por transformar histórias em reflexões, compartilha nova mensagem envolvendo o país que enfrentará a Seleção Brasileira.
Restrições à internet, bloqueios digitais e controle da informação mostram como regimes autoritários tratam a comunicação como ameaça ao próprio poder.
Com cerca de 1,4 bilhão de anos-luz de extensão, estrutura reúne dezenas de aglomerados de galáxias conectados por filamentos de matéria.
Último capítulo da série olha para o futuro do estado e mostra que os próximos passos dependem da capacidade de crescer com inovação, equilíbrio, sustentabilidade e planejamento.
Décimo primeiro capítulo da série mostra que Santa Catarina não tem uma única identidade, mas várias formas de ser, viver e produzir, construídas pela mistura de povos, regiões, culturas e transformações históricas.
Décimo capítulo da série mostra como, a partir dos anos 1990, Santa Catarina passou a combinar indústria, tecnologia, turismo, agroindústria, logística e serviços em uma economia cada vez mais moderna e descentralizada.
Nono capítulo da série mostra como, entre as décadas de 1960 e 1990, Santa Catarina expandiu suas cidades, fortaleceu polos regionais e passou a funcionar como um estado mais urbano, conectado e diversificado.
Oitavo capítulo da série mostra como, no século XX, Santa Catarina acelerou sua economia, fortaleceu polos regionais e se consolidou como um dos estados industriais mais diversos do Brasil.
Sétimo capítulo da série mostra como a Guerra do Contestado revelou tensões profundas entre desenvolvimento, disputa por terra, exploração econômica e exclusão social no início do século XX.
Sexto capítulo da série mostra como a chegada de alemães, italianos, poloneses, ucranianos e outros povos no século XIX expandiu Santa Catarina para além do litoral e ajudou a formar um estado diverso, descentralizado e economicamente ativo.
Quinto capítulo da série mostra como a chegada das famílias açorianas, a partir de 1748, ajudou a transformar a ocupação portuguesa em vida comunitária, cultura e identidade no litoral de Santa Catarina.
Quarto capítulo da série mostra como, no século XVIII, Portugal passou a ocupar Santa Catarina de forma planejada, com vilas, fortificações e presença militar para garantir o domínio no Sul do Brasil.
Terceiro capítulo da série mostra como, entre os séculos XVII e XVIII, a costa catarinense deixou de ser apenas ponto de passagem e passou a integrar a disputa entre portugueses e espanhóis pelo controle do Sul da América.
Segundo capítulo da série mostra que os 500 anos de Santa Catarina não representam a fundação do estado, mas a entrada mais clara da costa catarinense nos registros europeus de navegação
Primeiro capítulo da série sobre os 500 anos de Santa Catarina mostra que, muito antes da chegada europeia, o território catarinense já era habitado, organizado e marcado pela presença dos povos Carijó-Guarani, Kaingang e Laklãnõ-Xokleng.
Portal publica 12 capítulos sobre a trajetória catarinense, da presença dos povos originários aos desafios dos próximos anos, passando pela colonização, imigração, industrialização, urbanização e nova economia.
Um século depois da inauguração, a ponte continua sendo o maior cartão-postal do estado, patrimônio afetivo dos catarinenses e símbolo de uma identidade que atravessou gerações.
Depois de décadas como principal ligação entre ilha e continente, a Ponte Hercílio Luz sofreu interdições, abandono e ameaças de demolição até ser salva pelo tombamento e por um processo longo e caro de restauração.
Inaugurada em 13 de maio de 1926, a Ponte Hercílio Luz não foi apenas uma solução de mobilidade: ela consolidou Florianópolis como capital, ligou a ilha ao continente e se transformou no maior símbolo de Santa Catarina.
Em uma série especial, o portal relembra a trajetória da Ponte Hercílio Luz, da sua construção à restauração, até chegar ao centenário como patrimônio histórico, afetivo e cultural dos catarinenses.
Joaquim José da Silva Xavier entrou para a história como símbolo de resistência ao domínio português e de luta por liberdade, razão pela qual o Brasil o homenageia todos os anos em 21 de abril.
O Brasil possui um sistema público universal que é referência em cobertura, mas continua convivendo com filas longas, estrutura insuficiente, demora em consultas e cirurgias e uma distância incômoda entre o direito formal à saúde e o atendimento real que chega ao cidadão.
O Brasil reduziu parte do déficit habitacional, mas ainda convive com milhões de moradias em falta, milhares de favelas e uma população vulnerável que segue exposta à precariedade, à ausência de infraestrutura e, em muitos casos, ao domínio do crime.
O Brasil avançou em alguns pontos, especialmente nos portos, mas continua excessivamente dependente das rodovias, com ferrovias insuficientes, hidrovias subutilizadas e uma logística que ainda custa caro em dinheiro, tempo, acidentes e competitividade.
O Brasil avançou, mas continua convivendo com um déficit de saneamento incompatível com seu tamanho e sua economia, realidade que pesa mais sobre os mais pobres, aumenta gastos em saúde e mantém o país atrás de padrões básicos já superados em boa parte do mundo.
O Brasil gasta dezenas de bilhões de reais por ano em segurança, mas continua convivendo com homicídios em patamar muito acima do padrão internacional, crimes patrimoniais em massa e violência sexual recorde, um retrato de um sistema caro, fragmentado e ainda insuficiente.
Mesmo com orçamento bilionário e milhões de alunos atendidos, o Brasil ocupa posições baixas em rankings internacionais e ainda convive com milhões de analfabetos, evidenciando um problema estrutural na qualidade do ensino.
A confirmação de Edson Moritz na presidência da Celesc representa uma mudança estratégica no comando de uma das principais estatais de Santa Catarina e reforça a aposta em um perfil com ampla experiência em gestão pública e privada.
Com uma matéria por dia, a nova série vai abordar os principais gargalos estruturais do país e propor uma reflexão direta sobre os desafios que seguem travando o desenvolvimento brasileiro.
Evento realizado pela Assembleia Legislativa reuniu mais de 400 participantes para discutir inclusão, rede de apoio, autonomia e políticas públicas voltadas às pessoas com síndrome de Down em Santa Catarina.
Conhecer o próprio tipo sanguíneo é uma informação simples, mas importante para emergências, transfusões, doações e até para o acompanhamento da gravidez.
Apagões, escassez de alimentos e medicamentos, serviços públicos em deterioração e pobreza crescente transformaram Cuba em um retrato duro de falência econômica e esgotamento político, justamente no país que Lula defende que deu certo.
A força eleitoral do conservadorismo no Brasil é real, mas sua recorrente incapacidade de transformar maioria social em coordenação política continua sendo uma de suas maiores fragilidades — e Santa Catarina resume bem esse problema.
Se Donald Trump levar adiante a ameaça de retirar os Estados Unidos da OTAN, a Europa terá de lidar ao mesmo tempo com fragilidade militar, pressão demográfica, tensões migratórias e o custo de reconstruir uma capacidade de defesa que, por décadas, foi sustentada em grande parte por Washington.
om a implantação do restaurante-escola Origens/SC em parceria com o Senac-SC, a Assembleia Legislativa aposta em uma iniciativa que une qualificação profissional, preço acessível e valorização dos sabores que ajudam a contar a história de Santa Catarina.
Com 41,5 mil novos postos formais no primeiro bimestre, puxados principalmente pela indústria e pelos serviços, Santa Catarina reforça sua posição como uma das economias mais dinâmicas do país e consolida um mercado de trabalho cada vez mais próximo do pleno emprego.
Albert Einstein revolucionou a ciência ao mudar a forma como a humanidade entende o tempo, o espaço e o universo, se tornando o maior símbolo da inteligência moderna.