Só alegrias!

Como tenho feito desde a eleição de José Elias Giulairi (1970) fui à Federação Catarinense de Futebol assistir a Assembleia Geral eletiva da diretoria da entidade. Aliás, foram duas reuniões. Na primeira com a eleição de Cláudio Gomes, substituto do vice-presidente Marco Antônio Martins, falecido em 17 de fevereiro de 2024, aos 57 anos. Na segunda, a tranquila reeleição do presidente Rubens Renato Angelotti, sem qualquer contestação. Ele encabeçou a chapa “Transparência e Trabalho” inscrita para o pleito e fez jus à liderança que exerce na atual administração da Confederação Brasileira de Futebol.
E fazia tempo que não presenciava um encontro tão informal e cordial entre candidatos e eleitores. Dirigentes de clubes e ligas – que formam o colegiado da FCF – eram só sorrisos. Não foi diferente a manifestação dos eleitos, ratificados por aclamação. Rubens Angelotti, que chegou à FCF para substituir o saudoso presidente Delfim Pádua Peixoto Filho, que nos deixou naquele fatídico acidente aéreo com a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, em 28 de novembro de 2016, teve a renovação da confiança dos seus eleitores, sem qualquer contestação e, evidentemente, sem opositores. Sinal de que os clubes e ligas estão absolutamente convictos de que a sua administração é o melhor para o futebol catarinense que só enfrenta dificuldades por (in) competência deles próprios. Impossível debitar para a federação as falhas administrativas que estão levando a maioria dos clubes de Santa Catarina para dias extremamente difíceis e ameaçadores.
Os responsáveis por tudo o que está ocorrendo, todos conhecem.
Novidades
A nominata dos eleitos teve duas novidades. O nome de Ricardo Angelotti, filho do presidente Rubens e o do advogado Rodrigo Goeldner Capella, atual Procurador Jurídico, cabeça pensante e uma verdadeira enciclopédia no campo jurídico nacional. Aliás, Capella, Carlos Fernando Crispim, Diretor do Departamento de Competições e Cantucho João Setúbal, Diretor de Arbitragem, são donos do maior conhecimento histórico do futebol catarinense, no atual corpo diretivo da federação.
Sucesso para todos.
Esperanças
Conversei com o presidente da Associação de Clubes, Darthanhan Oliveira (presidente licenciado do Joinville EC) sobre o futuro dos nossos clubes. Me disse estar otimista, informou promessas recebidas de ajuda e a intenção de fazer parte da administração técnica futura, como sistemas de disputas etc. Sem problemas financeiros (a SC Clubes) recebe um por cento das rendas brutas nos jogos dos catarinenses em todas as competições estaduais e nacionais – exceção aos da Chapecoense – poderá direcionar uma ajuda aos seus filiados que estão agonizando
