Flávio Bolsonaro questiona contratos de publicidade na Bahia e denuncia ICL ao TSE
Senador relaciona contratos milionários de agência fundada por Sidônio Palmeira à comunicação política do PT e acusa instituto de propaganda eleitoral antecipada
Senador relaciona contratos milionários de agência fundada por Sidônio Palmeira à comunicação política do PT e acusa instituto de propaganda eleitoral antecipada
Renan Calheiros e Paulo Paim são exemplos de parlamentares com mais de quatro décadas de mandatos em Brasília, trajetória legitimada pelo voto, mas que levanta discussão sobre renovação.
Considerando apenas os votos válidos, governador aparece com 73,1%, enquanto João Rodrigues ocupa a segunda posição, com 20,8%
Senador registra 46% e presidente alcança 45% em eventual segundo turno, revelando uma disputa nacional sem liderança estatisticamente definida
Senador registra 45% e presidente alcança 44% em eventual segundo turno, revelando uma disputa marcada por equilíbrio no eleitorado fluminense
Presidente registra 45% e senador alcança 42% em eventual segundo turno, confirmando uma disputa nacional aberta e marcada por forte equilíbrio
Em eventual segundo turno presidencial, senador registra vantagem de 25,9 pontos percentuais sobre o atual presidente entre os eleitores goianos
Região foi decisiva para a vitória petista em 2022, mas queda na aprovação e sinais de perda de fôlego indicam que o principal reduto eleitoral do presidente já não oferece a mesma folga política.
Maior participação popular fortalece a democracia, mas a polarização transforma análises em disputas e reduz o espaço para o diálogo
Atual governador registra 53,3% das intenções de voto, diante de 26,2% de João Rodrigues e 8,6% de Gelson Merísio
Presidente registra 45% das intenções de voto contra 37% do senador, vantagem superior à margem de erro do levantamento nacional
Contestações eleitorais no Peru e na Colômbia reforçam a necessidade de coerência entre discurso democrático, respeito aos resultados e comportamento político.
Diferença entre os dois pré-candidatos é de apenas 0,2 ponto percentual, muito abaixo da margem de erro do levantamento nacional
Senador alcança 54,5% dos votos válidos em eventual segundo turno, contra 45,5% do presidente, segundo levantamento realizado com 2 mil eleitores
Deputado alcança 50,7% dos votos válidos no cenário de primeiro turno e supera Juliana Brizola em eventual confronto direto
Presidente mantém vantagem numérica de três pontos, mas diferença permanece dentro da margem de erro do levantamento nacional
Posturas diferentes podem decidir uma eleição
Mudanças bruscas de posicionamento podem afastar antigos apoiadores sem garantir a confiança do novo campo político.
Contestação de resultados eleitorais no Peru e na Colômbia expõe contradições no discurso político e cobra coerência de quem afirma defender as instituições.
Levantamento realizado entre 7 e 8 de julho mostra senador com 56% das intenções de voto em eventual segundo turno, contra 33% do presidente Lula.
Senador aparece numericamente à frente, com 45%, contra 42% do presidente, mas resultado fica dentro da margem de erro
Presidente aparece numericamente à frente, com 45%, contra 40% do senador, mas diferença está no limite da margem de erro
Em eventual segundo turno, deputado federal aparece com 42,8% contra 27,2% de Juliana Brizola, segundo levantamento registrado no TSE.
Governador aparece com 53% contra 37% do ex-prefeito em simulação para o governo paulista, segundo levantamento divulgado neste domingo.
Presidente aparece com 48,8% contra 42,3% do senador em simulação para 2026; levantamento ouviu 4.999 eleitores entre 26 e 30 de junho
Levantamento divulgado nesta segunda-feira mostra Lula numericamente à frente, com 47%, contra 44% de Flávio Bolsonaro, diferença dentro da margem de erro
Levantamento mostra estabilidade dentro da margem de erro e indica que 43% aprovam a gestão federal; na avaliação pessoal, 50% desaprovam o presidente.
Flávio aparece numericamente à frente, com 42%, contra 40% de Lula; diferença está dentro da margem de erro do levantamento.
Em eventual segundo turno, senador aparece com 51% contra 42% de Lula; levantamento ouviu 1.600 eleitores gaúchos entre 20 e 22 de junho.
Primeiro-ministro britânico deixa o cargo após desgaste interno no Partido Trabalhista e crise política ampliada por decisões envolvendo o Oriente Médio.
Após anos de predominância da esquerda na região, eleições recentes e mudanças de governo indicam fortalecimento de forças conservadoras e de direita em diversos países latino-americanos.
Lula aparece numericamente à frente, com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro; resultado repete o cenário divulgado pelo instituto em maio.
Declaração do presidente no G7 provoca uma pergunta inevitável: se Lula não é esquerdista, como ficam aqueles que sempre o trataram como maior líder da esquerda brasileira?
Após a repercussão dos áudios envolvendo Flávio Bolsonaro, novos desdobramentos do caso Banco Master alcançam Jaques Wagner, líder do governo no Senado e aliado histórico de Lula
Levantamento mostra Flávio numericamente à frente, com 47%, contra 44% de Lula; diferença está dentro da margem de erro.
Levantamento mostra Lula com 49% e Flávio Bolsonaro com 43%; pesquisa ouviu 2.017 eleitores entre 12 e 14 de junho.
Governador aparece com 54,9% no cenário estimulado, seguido por João Rodrigues, com 15,3%; levantamento ouviu 1.008 eleitores.
Levantamento mostra Lula numericamente à frente, com 44%, contra 41% de Flávio Bolsonaro; diferença está dentro da margem de erro.
Liminar determinou a suspensão imediata da divulgação da pesquisa SC-02747/2026, que tratava das disputas para governo e Senado em Santa Catarina.
Levantamento mostra Lula com 44% e Flávio Bolsonaro com 38%; pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre 5 e 8 de junho.
Levantamento mostra senador com 44,7% contra 39,1% do presidente; pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre 2 e 5 de junho.
Levantamento mostra Flávio com 48% e Lula com 43% em eventual segundo turno; pesquisa ouviu 1.600 eleitores capixabas.
Com mais de cinco décadas de carreira no jornalismo, comunicador deve encarar novo desafio como pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.
Levantamento mostra Lula com 47,8% contra 41,3% de Flávio Bolsonaro; contra Caiado e Zema, cenários ficam dentro da margem de erro.
Levantamento mostra Lula com 45% e Flávio Bolsonaro com 40%; presidente também aparece tecnicamente empatado com Caiado e Zema em simulações de segundo turno.
PSOL e Rede acionaram a PGR após pedido do senador aos EUA sobre PCC e CV, mas decisão americana envolve processo próprio de Estado, segurança e política externa.
Com desaprovação acima de 50%, governo acelera programas de crédito, renegociação de dívidas, segurança pública e medidas de apelo popular.
Levantamento mostra Flávio com 55,3% e Lula com 44,7%; pesquisa ouviu 1.220 eleitores amazonenses entre 22 e 26 de maio.
Levantamento mostra presidente aprovado por 46,6% e desaprovado por 51,4%; governo busca ajustar comunicação, mas ainda não reverteu o quadro.
Caso Banco Master reacende disputa política, mas também expõe a contradição entre cobrar investigação e resistir à instalação de uma CPMI ampla.
Senador esteve no Salão Oval acompanhado de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo; encontro tratou de segurança pública, tarifas e terras raras.