Quaest aponta Flávio Bolsonaro à frente em São Paulo
Levantamento mostra Flávio com 47% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país, contra 35% de Lula; margem de erro é de dois pontos percentuais.
Levantamento mostra Flávio com 47% das intenções de voto no maior colégio eleitoral do país, contra 35% de Lula; margem de erro é de dois pontos percentuais.
Levantamento mostra Lula com 39% e Flávio Bolsonaro com 36% no estado; diferença está dentro da margem de erro de três pontos percentuais.
Levantamento mostra Flávio com 45% das intenções de voto no estado, contra 32% de Lula; margem de erro é de três pontos percentuais
Levantamento mostra Lula com 43% das intenções de voto no estado, contra 36% de Flávio Bolsonaro; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra Flávio com 47% das intenções de voto no estado, contra 34% de Lula; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra presidente com 56% das intenções de voto no estado, contra 28% de Flávio Bolsonaro; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra Flávio com 50% das intenções de voto no estado, contra 30% de Lula; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra presidente com 57% das intenções de voto no estado, contra 23% de Flávio Bolsonaro; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra Flávio com 57% das intenções de voto no estado, contra 31% de Lula; margem de erro é de três pontos percentuais.
Levantamento mostra presidente com 55% das intenções de voto no estado, contra 22% de Flávio Bolsonaro; margem de erro é de três pontos percentuais.
Encontro em Washington deve tratar de temas econômicos e de segurança, com possibilidade de incluir Venezuela, minerais críticos, terras raras e combate ao crime organizado.
Representantes eleitos pelo povo devem prestar contas de suas decisões; transparência no voto parlamentar é condição básica para fortalecer a democracia.
Ao resistir à promulgação da derrubada do veto ao PL da Dosimetria, Planalto transmite mensagem ruim sobre coerência institucional e respeito à decisão da maioria parlamentar.
Levantamento mostra Flávio com 44% e Lula com 43% em eventual disputa presidencial, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Avaliação de governo, alianças políticas e contexto nacional colocam atual governador em posição de vantagem no cenário eleitoral catarinense.
De Ottawa a Santiago, a falta de renovação e uma pauta que perdeu tração abrem espaço para conservadores — e o Brasil entra nessa mesma encruzilhada.
Rejeição de Jorge Messias ao STF e votações sensíveis no Congresso mostram que, em ano eleitoral, derrotas institucionais produzem efeitos que vão além do placar.
Antes mesmo do início oficial da propaganda eleitoral, o debate político já mostra excesso de ataques, pouca proposta concreta e quase nenhum projeto sério para o país.
Levantamento encomendado pela Genial Investimentos mostra Juliana com 35% contra 27% de Zucco em cenário de segundo turno para o governo gaúcho.
Levantamento encomendado pela Genial Investimentos mostra ACM Neto com 41% e Jerônimo Rodrigues com 38% em cenário de segundo turno, diferença dentro da margem de erro.
Levantamento encomendado pelo Banco Genial mostra o atual governador com 49% contra 32% do ex-ministro Fernando Haddad, em cenário que reforça vantagem pela reeleição.
Com Jorginho Mello liderando pesquisas e buscando a reeleição, MDB, PP e PSD discutem caminhos em um cenário que mistura projetos individuais, força das bases e cálculo nacional.
Liberação de R$ 12 bilhões em emendas às vésperas da sabatina de indicado ao STF reacende debate sobre transparência, oportunidade política e confiança nas instituições.
Levantamento nacional aponta disputa equilibrada entre o presidente e nomes da oposição, com Flávio Bolsonaro numericamente à frente e Romeu Zema também competitivo dentro da margem de erro.
Ser de esquerda, direita ou centrão faz parte do jogo democrático; o que o eleitor rejeita é o candidato que se elege com um discurso e, no mandato, rompe com a base que o sustentou sem explicação consistente — e a história recente do Brasil está cheia de exemplos.
Levantamento nacional aponta Lula com 46% e Flávio Bolsonaro com 45%, diferença dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Levantamento da Vox Brasil Pesquisas mostra senador com 50,4% contra 38,1% do presidente no maior colégio eleitoral do país.
Pesquisas indicam vantagem de nomes do Partido Liberal em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, mas cenário ainda é preliminar e depende da consolidação das candidaturas até 2026.
Levantamento feito com 1.680 eleitores fluminenses aponta senador com 47% contra 40,5% do presidente; pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-01920/2026.
Presidente aposta em frases de efeito para se colocar no centro dos grandes conflitos internacionais, entre acenos diplomáticos, busca por protagonismo e mensagens para o público interno.
A solidariedade entre regiões é legítima, mas o modelo atual penaliza quem produz, não resolve a pobreza e perpetua distorções de poder em Brasília.
Pesquisa registrada na Justiça Eleitoral aponta Flávio Bolsonaro na liderança isolada no Mato Grosso do Sul, com Lula em segundo lugar e larga distância entre os dois principais nomes do cenário presidencial no estado.
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira reforça a força do campo conservador no Rio Grande do Sul, com Flávio Bolsonaro liderando a disputa presidencial no estado e Luciano Zucco aparecendo à frente na corrida pelo governo gaúcho.
Em viagem por Espanha, Alemanha e Portugal, o presidente voltou a usar o cenário internacional para ampliar sua voz política. Na leitura do momento, o enfrentamento verbal a Donald Trump também serve como tentativa de ganhar centralidade em meio ao desgaste doméstico.
Em viagem por Espanha, Alemanha e Portugal, o presidente voltou a elevar o tom contra Donald Trump e a defender bandeiras globais. O movimento tem também evidente utilidade política num momento de desgaste interno e desaprovação elevada.
Depois de ser um dos pilares da vitória de Lula em 2022, a Bahia passa a emitir sinais políticos preocupantes para o PT, com desgaste do governo estadual e um cenário presidencial muito mais apertado do que o campo lulista estava acostumado a ver.
Ex-ministro de Lula e hoje crítico duro do PT, Ciro Gomes aparece à frente de Elmano de Freitas nas pesquisas para o governo do Ceará e transforma um estado historicamente favorável ao lulismo em foco de tensão política para 2026.
Embora a campanha oficial só comece em 16 de agosto, os movimentos de abril mostram que a disputa presidencial já entrou em fase intensa, com pesquisas apertadas, agendas em construção e medidas de forte apelo político ocupando o centro do debate.
O Congresso Nacional vem se afastando da imagem de instituição de debate elevado e compromisso coletivo, substituindo parte da política séria por encenação, confronto permanente e conteúdo de rede social.
A derrota de Viktor Orbán encerra 16 anos de poder, mas as primeiras sinalizações do novo premiê mostram que a transição húngara tende a ser mais complexa do que a leitura festiva feita por parte do campo progressista europeu.
Pesquisa divulgada nesta quarta-feira pela Quaest reforça um cenário que já vinha aparecendo em outros institutos: a disputa presidencial de 2026 segue fortemente polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro, com pouco espaço, ao menos por enquanto, para alternativas fora desses dois polos.
A ascensão nas pesquisas consolida Flávio Bolsonaro como protagonista da disputa, mas o desafio agora é transformar capital político em propostas concretas para os principais problemas do Brasil.
Ao manter a narrativa de que recebeu um país destruído, Lula prolonga um discurso politicamente compreensível, mas cada vez mais desafiado por indicadores oficiais e por um eleitorado que parece mais atento ao presente do que ao passado.
Levantamento divulgado nesta terça-feira indica vantagem numérica de Flávio Bolsonaro sobre Lula em uma eventual disputa de segundo turno e confirma que a corrida presidencial entrou em um ambiente mais competitivo.
A reação do presidente aos números mais recentes das pesquisas reforçou no Planalto um clima de urgência: a ordem agora é acelerar medidas com apelo popular para tentar conter a queda de popularidade em meio à pressão inflacionária e ao ambiente econômico mais duro.
O anúncio das pré-candidaturas do bloco formado pela Federação Brasil da Esperança, PSB, PSOL, Rede e PDT deve consolidar em Florianópolis a principal frente de oposição ao campo conservador no Estado e estruturar o palanque de Lula em Santa Catarina.
A decisão do senador baiano de deixar a aliança ligada a Lula e migrar para a oposição amplia a crise política no palanque governista da Bahia e reforça o peso nacional da disputa estadual de 2026.
Nova pesquisa Datafolha confirma um cenário mais duro para Lula em 2026: empate técnico com Flávio Bolsonaro, alta rejeição dos dois principais nomes da disputa e desempenho preocupante do presidente também contra Ronaldo Caiado e Romeu Zema.
Ao sancionar novas leis de origem parlamentar, entre elas a que cria programas reflexivos para autores de violência doméstica, Santa Catarina reforça uma linha de ação que busca ir além da proteção imediata às vítimas e atacar também a reincidência da agressão.
Antes mesmo do início oficial da campanha, o PT já intensificou o uso de anúncios pagos nas redes sociais contra Flávio Bolsonaro, numa estratégia que pode ter efeito político imediato, mas também levantar questionamentos jurídicos sobre impulsionamento negativo na pré-campanha.
Pesquisa divulgada na noite desta quinta-feira coloca Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no primeiro e no segundo turno, reforçando a percepção de que a disputa presidencial de 2026 entrou de vez em um cenário competitivo e sem conforto para o atual governo.