Hora da verdade: o Brasil vai escolher de novo
Em 26 anos de século, o país já viveu ciclos suficientes para o eleitor comparar promessas com entregas — e votar com precisão, não com narrativa.
Em 26 anos de século, o país já viveu ciclos suficientes para o eleitor comparar promessas com entregas — e votar com precisão, não com narrativa.
Pesquisa divulgada neste domingo aponta Jorginho Mello muito à frente na disputa pelo governo de Santa Catarina, em um cenário que reforça sua condição de favorito e aumenta a pressão sobre adversários que, até aqui, não conseguiram reduzir a distância.
Pesquisa divulgada neste domingo indica Carlos Bolsonaro e Carol De Toni na frente na corrida pelas duas vagas ao Senado em Santa Catarina, reforçando a força do campo conservador no Estado e elevando a pressão sobre nomes tradicionais da política catarinense.
Levantamento do Instituto Veritá divulgado no fim de março mostra Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula na corrida presidencial em Alagoas, reforçando o ambiente de desgaste do governo e a competitividade do campo bolsonarista para 2026.
Reportagem da Veja mostra que o PT passou a admitir, nos bastidores, o risco de Lula ficar fora da disputa presidencial de 2026, cenário impulsionado pelo avanço da rejeição ao presidente e pelo crescimento de Flávio Bolsonaro nas pesquisas.
Pesquisas recentes mostram dificuldade do PT em dois estados estratégicos do Nordeste e sugerem que, mesmo em redutos historicamente favoráveis ao campo lulista, a disputa de 2026 pode ser bem mais dura do que o partido gostaria.
Nova pesquisa AtlasIntel mostra Jorginho Mello em posição amplamente dominante na corrida pelo governo de Santa Catarina, com números de primeiro turno que, nos votos válidos, já o colocariam em faixa de vitória imediata.
Nova pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas mostra Lula em empate técnico com Flávio Bolsonaro num eventual segundo turno de 2026 e revela um dado ainda mais sensível para o Planalto: a maioria dos eleitores diz que o presidente não merece um novo mandato.
Pesquisa Atlas encomendada pelo Estadão mostra Tarcísio de Freitas à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo, mas o cenário também revela uma eleição de alta polarização e com forte tendência de nacionalização do debate.
Recorte etário da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg mostra desgaste relevante do presidente entre eleitores de 16 a 24 anos, público que historicamente teve peso importante na trajetória eleitoral petista.
O aumento do tom, das acusações sem prova pública e das respostas agressivas vindas de agentes da situação levanta uma questão central: quando falta resultado ou consistência, a narrativa passa a ser usada como escudo político.
A tentativa de unir João Rodrigues, MDB e Esperidião Amin para 2026 pode até parecer forte no papel, mas carrega contradições históricas, risco de dissidências e um evidente cheiro de arranjo eleitoral, cenário que tende a favorecer ainda mais o favoritismo já consolidado de Jorginho Mello.
A rejeição do relatório final da CPMI do INSS pela base de sustentação do governo Lula não apaga as suspeitas investigadas pela comissão, mas reforça uma percepção política grave: quando o poder escolhe bloquear conclusões em vez de esclarecer fatos, a sociedade tende a enxergar mais proteção do que compromisso com a verdade.
Na avaliação deste portal, o presidente segue forte no discurso popular, mas a disputa de 2026 pode mudar de rumo se o debate sair do simbólico e entrar no custo real do governo.
O episódio na CPMI do INSS expõe um problema recorrente: o rebaixamento do debate político justamente dentro da instituição que deveria dar exemplo de equilíbrio e respeito.
Antes mesmo do início oficial da propaganda eleitoral, a pré-campanha de 2026 já dá sinais de que a disputa pode voltar a ser dominada por ofensas, ironias e provocações, quando o país precisa exatamente do contrário: seriedade, prioridade e compromisso com problemas reais.
Levantamento divulgado nesta quinta-feira indica Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula no segundo turno, mas dentro da margem de erro, em um cenário que reforça a polarização da disputa presidencial.
Levantamento do Paraná Pesquisas indica empate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula no segundo turno e sugere mudança relevante no ambiente eleitoral para 2026.
Declaração de Lula antecipa disputa narrativa, mas possível delação no caso Banco Master pode levar o episódio para um campo menos político e mais probatório.
Prefeito de Florianópolis formaliza saída do partido após ameaça de expulsão e reforça, de forma aberta, a coerência de seu apoio à reeleição de Jorginho Mello.
Com Daniel Vorcaro preso e o caso Banco Master cercado por investigações, bastidores de Brasília já tratam uma eventual colaboração premiada como fator com potencial de abalar candidaturas e ampliar a crise política.
A humanidade segue provando sua capacidade de inovar em ritmo impressionante, enquanto o Brasil se aproxima de mais uma eleição sob o risco de repetir um roteiro conhecido: campanhas centradas em ataque, medo e desinformação, num ambiente em que a discussão sobre qualidade de vida da população fica em segundo plano. O próprio TSE já aprovou regras específicas para IA e reforçou alertas sobre desinformação nas eleições de 2026.
Indicadores recentes de desenvolvimento humano, desigualdade, violência e progresso social mostram que parte relevante das duas regiões continua concentrando os piores resultados do país, mesmo após anos de transferências públicas e sob a condução prolongada de grupos políticos de perfil ideológico convergente.
Levantamento comparativo aponta que o custo anual de um parlamentar brasileiro supera o de países desenvolvidos como Estados Unidos, Alemanha, França e Reino Unido; no Brasil, a conta passa de R$ 3,2 milhões por congressista ao ano.
Em diversas regiões do mundo cresce a presença de governos conservadores ou de centro-direita, enquanto antigas narrativas políticas perdem força. A transformação ocorre na Europa, nas Américas e em parte da Ásia, indicando um reposicionamento ideológico que pode moldar os próximos anos da política internacional.
Ao anunciar que barrou a entrada de Darren Beattie, assessor do governo Trump, Lula transformou um episódio consular em fato político. O presidente fez a declaração durante evento em um centro de trauma no Rio, vinculou a medida ao impasse envolvendo Alexandre Padilha, e o Itamaraty confirmou a revogação do visto alegando omissão de informações sobre o objetivo da viagem.
Partido que sempre cultivou imagem de construção interna coesa entrou na semana produzindo sinais cruzados: Paulo Bornhausen reforçou apoio a Jorginho e se afastou da vida partidária, Topázio manteve sua defesa pública de aliança com o governador, João Rodrigues reafirmou a pré-candidatura ao governo, e o caso expôs um PSD catarinense menos disciplinado do que costumava.
Uma eventual desistência de João Rodrigues da disputa pelo governo de Santa Catarina reorganizaria alianças, pressionaria o PSD a escolher entre neutralidade, composição ou pragmatismo, e teria efeito direto sobre a corrida ao Senado; no desenho atual, Jorginho Mello já tem vice definido com Adriano Silva, Gelson Merísio tenta se firmar como alternativa de centro com apoio da esquerda, e Esperidião Amin insiste em manter sua candidatura ao Senado.
Igualdade em pesquisas em embate de segundo turno, já trouxe reação de adversário. Edinho Silva convocou militância a reagir e acionou o repertório conhecido, enquanto temas como Selic, CPMI do INSS e “fim da escala 6x1” entram na disputa de narrativa.
Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (11) aponta 41% para Lula e 41% para Flávio Bolsonaro em um eventual segundo turno, cenário que escancara uma disputa aberta e fortemente polarizada; o levantamento também reforça que, daqui até a urna, proposta, posicionamento e capacidade de mobilização serão decisivos.
Com a proposta de modernizar sua presença digital sem perder a identidade institucional, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina colocou no ar um novo portal com busca aprimorada, integração entre textos, fotos, vídeos e áudios, banco de imagens em alta resolução e páginas de parlamentares mais completas.
Levantamento do Instituto Mapa, encomendado pela Jovem Pan News e registrado sob o nº TRE/SC-06075/2026, aponta disputa acirrada ao Senado em Santa Catarina: na soma de 1º e 2º votos, Carlos Bolsonaro, Caroline de Toni e Esperidião Amin aparecem tecnicamente empatados, enquanto Décio Lima corre por fora em um cenário ainda bastante aberto. O quadro dialoga com a definição recente da chapa “puro-sangue” do PL em SC e com a decisão de Amin de manter sua pré-candidatura.
Pesquisas e movimentos recentes apontam para uma disputa presidencial cada vez mais bipolar; já na Câmara e no Senado, a fragmentação amplia o peso do Centrão — e torna o voto parlamentar tão determinante quanto o voto para presidente.
Com base nos números informados do levantamento Mapa/Jovem Pan News divulgado ontem, Flávio Bolsonaro aparece com ampla vantagem sobre Lula em Santa Catarina; o cenário dialoga com o histórico recente do estado, onde Jair Bolsonaro teve 69,27% dos votos válidos no 2º turno de 2022.
Levantamento divulgado mostra o governador Jorginho Mello com ampla vantagem na corrida de 2026 em Santa Catarina; além de liderar com folga, o desempenho dialoga com índices recentes de avaliação do governo e impõe aos adversários a necessidade de uma reação política muito mais consistente.
A captura de Nicolás Maduro foi seguida por cenas de celebração entre venezuelanos no exterior e por uma guinada pragmática do governo interino chavista, com anistia e libertação de presos; já no Irã, a morte de Ali Khamenei gerou reações divididas — e a transição anunciada, se mantiver o núcleo teocrático, tende a prolongar a instabilidade.
Com Décio Lima hoje à frente do Sebrae Nacional, a esquerda catarinense trabalha para abrir espaço a uma candidatura competitiva ao Senado em 2026, enquanto a direita tende a ir fragmentada com PL em chapa pura e a manutenção da pré-candidatura de Esperidião Amin — cenário que pode favorecer o PT em eleição de turno único.
Em crises internacionais, a diplomacia pesa palavras, mas as posições deixam rastros: Rússia e China condenaram a ofensiva EUA–Israel, e o alinhamento de regimes fechados costuma seguir uma lógica própria; para sociedades livres, observar quem apoia o quê é um exercício de prevenção — porque certos caminhos, uma vez implantados, são difíceis de reverter.
Convocados por Nikolas Ferreira e aliados, protestos contra o governo Lula e ministros do STF tiveram maior concentração na Avenida Paulista e se espalharam por capitais e cidades do interior; números variaram muito por local, mas o recado político é claro: a campanha já começou na rua.
Enquanto a guerra e a morte do líder iraniano dominaram o noticiário global, a passagem do presidente Lula por Ubá, na Zona da Mata mineira — em meio à tragédia das chuvas — expôs um clima de impaciência social que cresce no país e já se manifesta em público
Após decisão da Justiça do DF obrigando retratação por montagem feita com IA, deputado do PT/MG voltou ao centro de um episódio grave na CPMI do INSS: vídeo registra confronto físico com Luiz Lima (Novo/RJ) depois da votação que aprovou quebra de sigilo de Lulinha — um roteiro que exige resposta institucional.
Comissão aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva e a sessão descambou para bate-boca e empurra-empurra; governistas reagiram com pedido de anulação, mas o ponto central segue o mesmo: investigação não é condenação — é o caminho para esclarecer as fraudes que atingiram aposentados.
Levantamento divulgado nesta quarta (25) aponta disputa numericamente empatada dentro da margem de erro; crescimento rápido de Flávio no cenário estimulado reforça a polarização e antecipa a importância do Centrão na articulação da próxima maioria.
Com mais de R$ 60 bilhões previstos em emendas federais no Orçamento de 2026, debate precisa sair do campo ideológico e avançar para um aperfeiçoamento que concentre recursos em áreas prioritárias como Saúde, Educação, Segurança e políticas sociais.
Jorginho Mello consolida a aliança com o Novo ao escolher Adriano Silva de vice e reforça a estratégia de “chapa pura” do PL ao Senado com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro; do outro lado, Amin mantém a pré-candidatura e o eixo PSD–PP ganha força, enquanto o MDB percorre o Estado para decidir se compõe ou se lança caminho próprio.
Portal esclarece diferença entre cartão corporativo do governo e da Presidência e apresenta dados oficiais: Bolsonaro gastou R$ 27,6 milhões em 48 meses; Lula soma R$ 55,5 milhões em 28 meses — alta nominal de 244,69% na média mensal.
Programas sociais são necessários, mas não podem virar destino permanente de dezenas de milhões de pessoas; com riqueza natural e capacidade produtiva, o país precisa criar um caminho consistente para gerar trabalho, renda e esperança — com menos burocracia, menos custo e mais solidez.
Quando o discurso público tenta silenciar o contraditório e enfraquecer a contestação, acendem-se sinais de alerta para a democracia; exemplos duradouros de regimes autoritários reforçam o valor da participação e do voto consciente.
Amigo pessoal e fiel escudeiro do presidente Lula, Décio reúne dois fatores que tornam essa...
Com Amin (PP) mantendo a pré-candidatura e o PL flertando com “chapa pura” com Carol de Toni e Carlos Bolsonaro, o cenário favorece a esquerda em uma eleição de turno único — e a possível candidatura de Gelson Merísio ao governo pode ajudar o PT a buscar votos fora do seu terreno tradicional.
Presidente destacou ganhos da IA e o risco de conteúdos falsos na política; caso recente envolvendo montagem publicada por deputado do PT expõe a contradição que enfraquece o discurso e reabre a discussão entre responsabilização e censura prévia.