Programa Antonieta de Barros abre inscrições para estágio na Alesc até segunda-feira
Iniciativa de inclusão social oferece 60 vagas para jovens de 16 a 24 anos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com atuação no Parlamento catarinense.

O Programa Antonieta de Barros está com inscrições abertas até a próxima segunda-feira, 18, para o processo seletivo de estágio na Assembleia Legislativa de Santa Catarina. A iniciativa oferece 60 vagas para jovens de 16 a 24 anos, com renda familiar mensal de até 2,5 salários mínimos regionais, em uma das políticas de inclusão social mais importantes do Parlamento catarinense.
Instituído pela Lei Estadual 13.075/2004, o programa nasceu a partir de uma ação dos movimentos sociais e foi idealizado pelo Fórum de Mulheres Negras de Florianópolis. Em 2026, completa 22 anos de atuação, com quase 700 jovens já contemplados com oportunidades de estágio na Alesc.
O nome do programa homenageia Antonieta de Barros, professora, jornalista, escritora e primeira mulher negra eleita deputada no Brasil. Catarinense, Antonieta rompeu barreiras em uma época de forte exclusão social, racial e de gênero, tornando-se símbolo de educação, representatividade e participação pública.
O edital oferece 30 vagas para o período matutino e 30 para o vespertino, com carga horária de 20 horas semanais. No mínimo, 50% das oportunidades serão destinadas ao sexo feminino. O estágio será realizado nas dependências da Alesc, em Florianópolis, com duração de 12 meses, podendo ser renovado por mais 12 meses.
Para participar, os interessados devem comprovar vínculo, indicação ou encaminhamento por organização social ou entidade sem fins lucrativos, com finalidade social comprovada e CNPJ ativo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas online, pelo site www.cieesc.org.br, ou presencialmente na sede do CIEE-SC, na Rua Antônio Dib Mussi, 473, Centro de Florianópolis.
Mais do que abrir vagas de estágio, o Programa Antonieta de Barros cria portas de entrada para jovens que muitas vezes enfrentam barreiras sociais, econômicas e culturais. A oportunidade permite formação prática, convivência institucional, desenvolvimento profissional e fortalecimento da cidadania.
Ao completar 22 anos, o PAB reafirma que inclusão social não pode ser apenas discurso. Precisa ser política pública concreta, com oportunidade, acompanhamento e respeito à trajetória de cada jovem.
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