Santa Catarina terá R$ 460 milhões abatidos da dívida com a União
O estado de Santa Catarina deve receber de volta aproximadamente R$ 460 milhões após uma...
O estado de Santa Catarina deve receber de volta aproximadamente R$ 460 milhões após uma...
A fama costuma cobrar caro em privacidade e liberdade, e muitos atletas não sabem lidar com isso diante dos fãs. Cristiano Ronaldo, porém, segue sendo uma exceção admirável: dentro e fora de campo, o português acumula registros de atenção, carinho e respeito com crianças e torcedores, reforçando um tamanho que vai muito além do futebol.
Pelé, Cafu, Jairzinho e Zagallo protagonizaram marcas únicas na história das Copas: do tricampeonato em campo às três finais disputadas, do “gol em todos os jogos” ao tetracampeonato em diferentes funções. Um retrato da grandeza do futebol brasileiro.
Levantamento mais recente da Genial/Quaest aponta 51% de desaprovação e 44% de aprovação ao governo...
Levantamento divulgado na noite de terça-feira (10) indica que a avaliação negativa do governo Lula supera a positiva: 40% classificam a gestão como ruim ou péssima, enquanto 33% a consideram ótima ou boa; outros 24% apontam regular. A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 131 municípios, entre 5 e 9 de março.
Enquanto o noticiário se concentra em Daniel Vorcaro, relações pessoais e bastidores do escândalo, há uma questão mais profunda e útil para o país: como um caso dessa dimensão avançou dentro de um sistema que, em tese, reúne recolhimento compulsório, supervisão do Banco Central, comunicações ao Coaf, exigências prudenciais de Basileia, auditoria independente e divulgação obrigatória de demonstrações financeiras?
Criada em 1967 para reduzir o isolamento e induzir desenvolvimento no interior da Amazônia, a Zona Franca de Manaus ajudou a consolidar um polo industrial relevante. Mas os números atuais do Amazonas — população de 4,32 milhões, 2,30 milhões em Manaus, 578,2 mil vínculos formais em novembro de 2025 e 596.991 famílias no Bolsa Família em fevereiro de 2026 — recolocam uma pergunta incômoda: depois de quase seis décadas, o modelo está entregando transformação estrutural na escala prometida?
Cúpula liderada por Donald Trump reuniu 12 países do continente em Miami com foco em combate ao narcotráfico, imigração ilegal e contenção da influência chinesa; Brasil, México e Colômbia ficaram de fora, reforçando o caráter ideológico e estratégico do novo bloco.
Cúpula realizada em Miami reúne líderes latino-americanos alinhados à direita e consolida uma nova articulação hemisférica liderada por Donald Trump; segurança, combate ao narcotráfico, imigração e contenção da influência chinesa aparecem no centro da agenda, enquanto Brasil, México e Colômbia ficaram fora do encontro.
A Constituição determina um salário mínimo “capaz de atender necessidades vitais básicas”; o país fixou o mínimo em R$ 1.621 para 2026. O teto do serviço público tem como referência o subsídio de ministro do STF (R$ 46.366,19 desde fevereiro de 2025), mas a realidade convive com “penduricalhos”. E, para completar a ironia, a Lei de Acesso à Informação prevê restrição de até 100 anos para dados pessoais — o famoso “sigilo centenário”.
A guerra no Golfo voltou a atingir em cheio os Emirados Árabes Unidos: explosões foram registradas em Dubai, incêndios atingiram áreas conhecidas da cidade e parte da infraestrutura energética foi afetada, enquanto o número de vítimas ainda segue incerto.
Relatos indicam que o IRIS Fateh, símbolo da marinha do Irã, foi atingido nas proximidades de Bandar Abbas, como parte da Operação Epic Fury e a afirmação de que navios iranianos vêm sendo destruídos.
Após a eliminação de parte da cúpula do regime em ataques EUA–Israel, Teerã passou a responder com ações mais dispersas — e o ataque com drones à Embaixada dos EUA em Riad pode ter sido o erro estratégico mais caro, porque dá às grandes potências o “efeito demonstração” que justifica escalada e amplia a chance de colapso interno
Em meio a um cenário de pressão externa e questionamentos sobre sua capacidade aérea, Teerã voltou a apostar na imagem de “resiliência”: vídeos e fotos disseminados por mídia estatal exibem um suposto depósito subterrâneo com centenas de drones, reforçando a narrativa de produção nacional e poder de resposta a baixo custo.
Em poucas semanas, duas ações atribuídas aos EUA sacudiram o tabuleiro global: a captura de Nicolás Maduro em território venezuelano no início de janeiro e, agora, uma ofensiva contra a cúpula do regime iraniano — mas, no caso do Irã, a situação de Ali Khamenei ainda é contestada por Teerã e não há confirmação independente.
Em meio à nova escalada entre Irã, Israel e EUA, cresce um ponto fora da retórica diplomática: governos podem até costurar cessar-fogo, mas sem cortar o financiamento e a infraestrutura de grupos armados ligados a Teerã, a “paz duradoura” vira apenas intervalo entre crises.
Enquanto parte do debate político no Ocidente vende o “modelo chinês” como exemplo, o país combina economia de mercado com controle estatal rígido e poder concentrado no Partido Comunista.
Após a confirmação da morte de Nemesio Oseguera Cervantes, o “El Mencho”, líder do Cartel Jalisco Nova Geração, o crime organizado desencadeou represálias com bloqueios, veículos incendiados e confrontos; o governo contabiliza 25 mortos na Guarda Nacional e há impacto em aeroportos e no porto de Manzanillo.
Enquanto a população enfrenta inflação alta e restrições internas, Teerã amplia capacidade nuclear e mantém uma rede regional de milícias; para Trump, “Irã não pode ter arma nuclear” — e, nesse ponto, cresce a pressão por uma resposta internacional mais firme.
Com poucos nomes capazes de empolgar o eleitor, cenário aponta para uma disputa direta entre o “mais do mesmo” e a incógnita de um novo comando nacional.
Decisão apertada derruba parte central da estratégia comercial do presidente ao afirmar que tarifas amplas não podem ser impostas por ato unilateral; governo pode enfrentar onda de reembolsos de bilhões já arrecadados.
Com evolução perfeita e samba forte na Avenida, escola de Niterói conquista o título; Beija-Flor e Vila Isabel completam o pódio, enquanto Acadêmicos de Niterói amarga a última colocação e o rebaixamento.
Sem entrar no mérito jurídico, a homenagem a Lula no Carnaval reacendeu um debate antigo: critérios editoriais variam conforme o personagem? Quando a imprensa escolhe lado, a democracia perde o seu principal “fiscal” — e a própria imprensa vira alvo quando a censura avança.
Indicadores internacionais colocam o Brasil atrás de países desenvolvidos e de vizinhos latino-americanos; produtividade, educação e percepção de corrupção revelam um país que precisa de reformas estruturais — e de escolhas mais conscientes.
Estudante de biomedicina e empresária de 31 anos foi assassinada com objeto perfurocortante no Ceará; suspeito está foragido e caso é investigado como feminicídio, em meio a um país que segue registrando números recordes.
No Valentine’s Day, o mundo fala de amor. Mas há um tipo de amor silencioso, leal e indispensável que merece aplauso: a amizade verdadeira.
União com o D+News — rede formada por três rádios FM — fortalece um jornalismo sério, multiplataforma e focado em entregar ao leitor as principais notícias das cidades, de Santa Catarina, do Brasil e do mundo.
Falta de energia, combustíveis e alimentos expõe o esgotamento do regime cubano, enquanto a população segue refém de um modelo que se recusa a mudar.
OPINIÃO: Derly Massaud de Anunciação, Editor do Portal.
O caso do cão Orelha expõe a força da mobilização popular e reforça como a pressão da sociedade acelera processos que, sozinhos, costumam se arrastar.
Por Derly Massaud de Anunciação, Editor do portal.
Quando o Estado cresce onde deveria apenas organizar, a conta recai sobre quem produz — e o povo paga com menos trabalho, menos renda e menos futuro.
Conselho de Paz lançado por Donald Trump para reconstrução e pacificação de Gaza já reúne adesões no mundo árabe, mas enfrenta resistência de aliados europeus; crítica central vira um espelho incômodo do fracasso da ONU em conter guerras.
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Plano lançado por Donald Trump prevê governança de transição, força internacional de estabilização e coordenação global para reconstrução; adesões começam, mas há recusas e questionamentos sobre o papel da ONU.
Entre tarifaço, imprevisibilidade e “bode na sala”, presidente dos EUA usa táticas clássicas de negociação — e o mundo é obrigado a sentar à mesa.
A história mostra que regimes sustentados pela força acabam ruindo — quase sempre tarde demais para quem só queria trabalhar, comer e viver em paz.
Com crescimento, superávit e queda histórica da pobreza, Javier Milei muda o rumo da Argentina em apenas dois anos.
Ao chamar de “sérios” os planos dos EUA para anexar a Groenlândia, Putin joga xadrez geopolítico: normaliza disputas territoriais, cutuca a OTAN e tenta ampliar o desgaste entre Washington e Europa.
Projeto que reduz a carga semanal de 44 para 36 horas deve avançar no início do ano legislativo e reacende debate sobre custos, empregos e preços.
Dados oficiais do IBGE mostram queda histórica da pobreza e extrema pobreza no país, mas índices estaduais revelam contrastes profundos entre regiões.
Doutrina Monroe nasceu em 1823 para barrar a volta do colonialismo europeu — e agora reaparece no tabuleiro para conter a influência chinesa. No meio disso tudo, está o Brasil.
Não é propaganda, nem ufanismo. São dados, indicadores e resultados que colocam Santa Catarina fora da curva nacional
Jovem iraniano pode ser executado dias após prisão, em mais um episódio de repressão extrema contra o próprio povo
Porta-aviões, submarinos nucleares, caças e tanques: o comparativo revela por que o mundo está sentado sobre um barril de pólvora.
Relatório de direitos humanos registra 538 mortos e mais de 10 mil presos nos protestos contra o regime iraniano; repressão violenta agrava crise interna e tensiona relações externas.
Protestos se espalham pelo país, já deixam dezenas de mortos e milhares de presos; Trump afirma que os EUA estão prontos para ajudar o povo iraniano.
Havana já foi símbolo de modernidade nas Américas. Hoje, milhões vivem entre escassez, repressão e o sonho desesperado de escapar da ilha
Com conflitos se multiplicando, vetos travando decisões e potências agindo por conta própria, cresce a sensação de que a organização criada para evitar novas guerras perdeu força — e talvez a utilidade.
Trump confirmou operações encobertas da CIA dentro da Venezuela e a lógica se impôs: ditaduras não caem por discurso — caem quando o dinheiro seca e alguém abre a porta por dentro
Quatro dias após o portal apontar que o regime venezuelano só sobreviveria com dinheiro e lealdade comprada, surgem informações sobre uma queda relâmpago