Alesc acelera modernização e leva serviços digitais para uma nova etapa
A apresentação do Hub Alesc à Mesa Diretora reforça um movimento já em curso no Parlamento catarinense: depois da digitalização administrativa e legislativa, a Assembleia avança para integrar tecnologia, gestão e atendimento em uma plataforma mais próxima de quem usa a estrutura da Casa.

A modernização da Assembleia Legislativa de Santa Catarina deixou de ser apenas discurso institucional e passou a se consolidar como prática. Na manhã desta quarta-feira, a Diretoria de Tecnologia e Inovação (DTI) apresentou à Mesa Diretora o Hub Alesc, plataforma que busca reposicionar a relação entre tecnologia, gestão e usuários dentro do Parlamento catarinense, em mais um passo do processo de transformação digital da Casa.
O movimento não começou agora. A Alesc já havia digitalizado sua rotina administrativa com a implantação do SEI, sistema que eliminou o uso de papel em grande parte dos processos internos e passou a ser tratado oficialmente como instrumento de sustentabilidade, transparência e eficiência.
Na esfera legislativa, o avanço seguinte veio com o e-Legis, sistema eletrônico que tornou 100% digital a elaboração e a tramitação de matérias, substituindo a lógica anterior e permitindo mais agilidade, rastreabilidade e acesso por dispositivos móveis. As sessões plenárias e a tramitação legislativa seguem disponíveis eletronicamente no portal do sistema.
Agora, com o Hub Alesc, a Assembleia dá um passo além. Em vez de tratar a digitalização apenas como substituição de papel por tela, passa a organizar seus serviços de maneira mais integrada, com foco em uso prático, gestão e experiência de quem circula pela estrutura institucional. É uma mudança importante porque a transformação digital verdadeira não se mede apenas por software implantado, mas pela capacidade de simplificar rotinas, reduzir retrabalho e facilitar acesso à informação.
Esse novo estágio dialoga com outras iniciativas recentes da Alesc. Em março, a Casa lançou um novo portal institucional, com ênfase em navegação por celular, busca aprimorada, transparência e integração de conteúdos multimídia. A própria Assembleia apresentou a reformulação como parte de uma nova fase na comunicação com a sociedade catarinense.
Também em 2026, a Alesc desenvolveu o Portal de Emendas, sistema digital criado para centralizar, organizar e dar mais transparência ao fluxo de recursos destinados aos municípios, reforçando que a agenda tecnológica da Casa já ultrapassa o espaço interno e começa a alcançar áreas sensíveis da gestão pública.
A presença do presidente Julio Garcia, dos deputados Ana Campagnolo e Jair Miotto, além da participação on-line de Lucas Neves, Padre Pedro e Fernando Krelling, mostra que a pauta tecnológica deixou de ser restrita ao setor técnico e passou a ocupar espaço político dentro da direção do Parlamento. Isso é relevante porque processos de modernização só se sustentam quando deixam de ser projetos isolados e se transformam em prioridade institucional.
Outro ponto importante é o reconhecimento, feito pela própria DTI, de que a transformação digital não termina com a criação de uma plataforma. Ela depende de evolução constante, novas entregas e, principalmente, adesão dos usuários. Essa visão é acertada. Tecnologia pública só produz resultado real quando é incorporada à rotina e melhora a vida de quem usa o sistema.
No fim, o Hub Alesc reforça uma tendência clara: a Assembleia catarinense vem tentando combinar tecnologia, transparência e eficiência para modernizar seu funcionamento. E, em um ambiente público que historicamente convive com excesso de burocracia, todo avanço que reduza tempo, simplifique processos e aproxime o serviço do usuário merece registro.
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